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Vasco Barata

Vasco Barata nasceu em Lisboa em 1974.  Vive e trabalha em Lisboa.

Licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, com estudos paralelos em Fotografia e pós-graduado em Desenho, pela mesma Faculdade. Finalizou em 2006 o Curso de Artes Visuais do Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística (Fundação Calouste Gulbenkian/ Ar.Co).
Expõe o seu trabalho desde 1994, ano em que iniciou os seus estudos artísticos na ESAD, Caldas da Rainha.
Desde finais dos anos 90  tem vindo a apresentar o seu trabalho sob diversas formas, alternando sobretudo entre uma investigação aturada no domínio da construção e percepção da imagem (através do recurso à prática da fotografia e do vídeo) e uma tentativa de compreensão dos mecanismos da expressão aliados à prática diária do desenho. Articula, nas suas obras, um interesse particular pelo cinema e pelas estratégias cinematográficas, pelos códigos da linguagem e por um vasto leque de referentes da cultura popular.
Das exposições em que participou, destacam-se as Bienais Internacionais de Jovens Criadores (1999, 2000 e 2001), T9 (2000), Microart (2000), Sister Spaces/ Southern Exposure (2000), Vamos tomar um chá à Maria? (2001), seven for a secret never to be told (2002), Habitar o Hábito (2003), Dressing up Nature (2004) , 2º Prémio Pintura Ariane de Rothschild (2005), Open Studio – Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística (2006), Trabalhar Cansa (2007) e a suas mais recentes exposições individuais: Wallpapers na Galeria Carlos Carvalho Arte Contemporânea, em Lisboa (2007), The Film series (to be continued) na Reflexus – Arte Contemporânea, no Porto (2008) e AfterGlow no Empty Cube, em Lisboa (2008).
Está representado em diversas colecções particulares, em Portugal e no estrangeiro.


imagem-vasco-barata

Vasco Barata, Phantom/ Ghost, 2009.
2 impressões a jacto de tinta sobre papel fotográfico, em moldura do artista, 50 x 70 cm (cada).

Como resposta ao convite que me foi endereçado para a produção de uma peça a apresentar no contexto da exposição colectiva no espaço Braço de Prata, que tivesse em consideração as características do espaço e em particular a sua relação com o universo dos livros e da literatura, apresento um díptico fotográfico, que “vive” da sua relação com a palavra/ linguagem.
As palavras escolhidas (phantom/ ghost) são na língua inglesa sinónimos exactos, na medida em que, no dicionário, remetem uma para a outra criando assim uma situação de circularidade e remissão e tornando visível, nesta pequena ocorrência linguística, os limites da própria linguagem.
Esta condição circular torna-se mais evidente na articulação dos dois substantivos com a imagem escolhida, e sobretudo na sua condição dupla, no momento em que se nos apresenta como espelho de si própria.

Vasco Barata
Março 2009

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One Comment leave one →
  1. Ricardo Henriques permalink
    14/08/2009 1:56 pm

    O grande vasco barata, a internet é magica para encontrar-mos pessoas perdidas. Belos tempos na esad. Grande loucura.
    Um abraço
    Ricardo Henriques

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